É um dos bairros mais antigos da cidade. Em seus primórdios, constituía-se em um vale úmido e sombreado por onde corria um rio nascido nas alturas do Morro de Santa Teresa, rio este que era aproveitado para irrigação das lavouras de cana-de-açúcar. Este rio se chama papa couve e ganhou este novo, pois quando o mesmo transbordava arrastava as plantações de couve que haviam em suas margens. Hoje o mesmo esta canalizado e passa por dentro do Cemitério do Catumbi onde pode ser visto.As plantações deram lugar a sobrados ainda à época colonial e, desse modo, em fins do século XIX, a região constituía-se em um arrabalde elegante de sobrados de classe média alta, como referido nas obras do escritor Machado de Assis, ou no maxixe “E Tome Polca”, de Luís Peixoto e José Maria de Abreu. A partir do século XIX, ciganos começaram a se instalar no bairro, transformando-o num reduto dessa comunidade até os dias atuais.[6]
A partir do século XX, com a expansão da malha urbana em outras direções, o bairro entrou em decadência. Na década de 1960, a construção do Túnel Santa Bárbara contribuiu para esse processo, transformando o bairro em um corredor de passagem, situação agravada nas décadas seguintes pelo processo de inchamento das comunidades de baixa renda que lhe são vizinhas. Este processo foi estudado pelos antropólogos Arno Vogel e Marco Antonio da Silva Mello e pelo urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos no livro “Quando a Rua Vira Casa”.
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